quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Protocolo da aula 28/09/2010






Por Ricardo Arruas

A primeiro momento na aula , começamos fazendo a leitura do protocolo da aula anterior, discutindo sobre os exercícios e seus estímulos e sensações.
Em seguida fizemos uma mesa redonda para discutir sobre o livro “ A ESCUTA DO CORPO “ de Klauss Vianna,onde entendemos mais sobre o processo lúdico como os apoios , que se dividem em apoio passivo (sem nenhuma pressão na superfície de contato) e apoio ativo (qualidade de utilizar o chão como superfície de contato), aprendemos a trabalhar na pratica esses apoios.
Estudamos e discutimos a resistência , quando você trabalha os apoios , cresce a possibilidade a percepção do volume e amplitude do corpo , que prepara para a resistência , que esta diretamente ligada as oposições , que traz precisão para o movimento não ficar solto , abandonado no espaço.
O ultimo processo lúdico é o eixo global , que associado a todos os outros itens, proporciona a integração do corpo com a gravidade na conquista do equilíbrio.
No primeiro exercício ,trabalhamos os apoios deitados no chão , observando todos esses apoios que tocavam o chão , trabalhamos em seguida vetores de força q puxavam e conduziam o movimento , treinamos essa condução no outro , que nos puxavam no espaço, onde percebemos a resistência que gerava um movimento amplificado.
No segundo exercício trabalhamos nos três planos com musica,onde um eixo nos puxava com sincronia para cima e para baixo , criando uma oposição nos sentidos das forças , aumentando a resistência com o chão e o espaço. Este exercício que explora o eixo , os apoios e a resistência, criou uma grande fadiga devido a velocidade que aumentava gradativamente.
O terceiro exercício, trabalhamos deitados com uma bolinha abaixo do pescoço , para podermos sentir a coluna vertebral , a medida que a bolinha descia pela coluna , ela massageava tirando toda a tenção , aumentando o poder de percepção sobre as vértebras , dando a impressão de estarmos suspensos apenas pelo ponto onde a bolinha se encontrava.
O quarto exercício , trabalhamos a base do ator com o eixo global , buscando um equilíbrio em cima deste eixo .podemos observar o melhoramento da postura , equilíbrio e respiração.
No quinto exercício , em grupo de três pessoas , fizemos um pendulo com a pessoa que estava no meio e quem estava na frente e atrás da pessoa a segurava , trabalhando equilíbrio , prontidão , resistência e confiança.

Protocolo da aula 28/09/2010






Palavra da aula = ESFORÇO.

A medida em que vamos caminhando com o semestre, tomamos consciência da importância e do embasamento teórico de nossas aulas. As técnicas de Klauss Viana e suas metodologias tem o objetivo de nos preparar e nos acordar para nossos futuros trabalhos como atores e professores.

Trabalhamos cinco exercícios, embalados ao som de Caetano Veloso, o que foi um diferencial positivo, pois a música foi um estímulo aos nossos sentidos e movimentos.

PRIMEIRO EXERCÍCIO - CONTATO COM O CHÃO
Observação e percepção do corpo em contato com o chão, sendo este elemento primordial pelo qual recebemos sensações de contato e de pressão em todo o corpo. Observação de quais partes do corpo toca o chão, qual faz mais força e se existe alguma dor. Consciência da presença do corpo no espaço. Sentido cinestésico.

SEGUNDO EXERCÍCIO - CONDUÇÃO
Exercício realizado em duplas, ao comando da professora, um aluno deveria puxar o outro por um ponto imaginário de determinada parte do corpo, utilizando os planos alto, médio e baixo. As articulações foram bastante exploradas e os movimentos eram espaçosos e livres. O apoio ativo pode ser bem observado neste exercício. Sensação de controle e de ser controlado.

TERCEIRO EXERCÍCIO - ESPIRAL
O exercício de espiral era individual e consistia em andar pelo espaço até o comando da professora, onde todos faríamos um movimento de espiral de pé para o chão e do chão para a posição em pé, tudo isso em tempos variados (1/8, 1/4, 1/2 e 1/1) e com oposição de forças na caminhada e na espiral, o que tornava o exercício mais difícil. Duas forças opostos que geravam conflitos, movimento e suor. Neste exercício observamos os diferentes apoios ativos do nosso corpo, as várias possibilidades de apoio com o chão, o nosso tônus muscular quando tivemos que ficar paralisados em uma determinada posição, neste momento também observamos a respiração. A resistência também foi observado pois tinhamos que ter um controle do movimento. Sensação de cansaço.

QUARTO EXERCÍCIO - PASSEIO DA BOLINHA PELA COLUNA VERTEBRAL
O exercício consistia em deitar no chão e passar uma bolinha de borracha pela coluna vertebral e perceber vertebra por vertebra. A medida em que o nosso corpo fazia pressão sobre a bolinha, o contato com a coluna era de intensa dor. Passamos a bolinha por todas as vertebras e reconhecemos nossas articulações e diferenciamos os três segmentos da coluna: REGIÃO CERVICAL (7 vertebras), REGIÃO TORÁCICA (12 vertébras), REGIÃO LOMBAR (8 vertebras), REGIÃO PÉLVICA (4 vertebras). Iluminamos em nosso imaginário a coluna e e suas divisões a medida em que íamos passeando com a bolinha. Sensação de dor e alívio ao final.

QUINTO EXERCÍCIO - BAMBU E PÊNDULO
Bambu -Movimentação do corpo fixo ao chão, na base e consciente de um eixo global. O corpo se movimenta em bloco estando integrado corpo e gravidade na busca pelo equilíbrio. Aquisição da centralização do corpo com o alinhamento da estrutura óssea e o tônus muscular adequado.

Pêndulo - Exercício realizado em trios e o objetivo era trabalhar a relação do eixo global, peso, confiança, entrega e cuidado com os companheiros. Todos os objetivos foram bem explorados e a técnica de Klauss Vianna aplicada. Todos esses exercícios fazem parte do processo lúdico, onde o corpo é despertado e desbloqueado.

Ao final conversamos sobre as sensações da aula e alguns relatos dos alunos sobre o exercício do passeio da bolinha pela coluna vertebral.
JACKSON: minha coluna é outra;
WAKILLA: a música me estimula;
PRISCILLA: a bolinha fez um buraco na minha coluna;
JACKSON: pra mim a coluna era um osso só;
ROSI: estou sentido a coluna até agora;
RICARDO: O contato com a minha coluna foi intenso.





Análise do espetáculo “Na Solidão” do Grupo Hybris, oriundo da UFRGS, no I Fest Universitário de Teatro e Dança da UFU.

Flávio Henrique S. Amorim

Quem compareceu aos espetáculos do Festival Universitário de Teatro e Dança no dia seis de setembro, apresentados na sala de encenação da Escola Livre do Grupontapé, teve a oportunidade de apreciar o esforço poético, gestual e comunicativo do corpo através da dança. Dos espetáculos apresentados, escolhemos analisar “Na Solidão” do grupo gaúcho Hybris.
Passando por momentos de dança monologar à diálogos corporais entre os atores-dançarinos e também por coreografias simétricas seus personagens, um comprador e um vendedor, brincar de comercializar relações humanas, vendendo afetos, vaidades e momentos de ficar juntos e momentos de solidão, fazendo provocações a respeito da identidade do coletivo em detrimento da identidade do individuo. “Na solidão” deve ser aplaudido por sua organização de Ação, palavra e movimento, unindo teatro e dança sem que isso provocasse ciúmes a qualquer das linguagens.
Relações Humanas e Metáforas
Hybris, hubris ou ainda wybris é uma palavra de origem grega que significa a soberba humana diante do sagrado. Soberba essa disseminada pelo Titã Prometeu ao trazer o “fogo dos deuses”, o conhecimento aos homens até então desprovidos de mecanismos de defesa no mundo material onde prevalece a lei do mais forte. Este mesmo fogo que convidou o Homem a vida social e ao calor das relações pouco a pouco humanizadas é usado por Hefesto para forjar utensílios, ferramentas para o auxílio das atividades humanas e mais tarde por sua vez o homem forja do vil metal uma moeda para trocas comerciais. “Na solidão”, adaptada livremente da obra Solidão dos Campos do dramaturgo francês Bernanr-Marie Koltès, expõe a cacofonia das relações humanas num contexto materialista onde o grupo usa a metáfora do comercio, na relação vendedor e comprador, para pontuar a livre negociação da convivência, dos encontros, desencontros e da satisfação de desejos na vida social. Isso pode ser percebido na dramaturgia do espetáculo, onde o texto é experimentado como textura das ações propostas e ditos em um processo de aceleramento da fala até sua incompreensão.
O espetáculo em questão se passa em um local não definido e está apoiado pelo cenário precário, composto por alguns objetos - dos quais uma televisão que age em cena como ícone e metáfora da incapacidade humana de ficar solitário temendo o momento de reflexão e autoconhecimento -. Conta com a Luz de Lucca Simas, que a meu ver poderia ser mais rica se procurasse dialogar com os movimentos e a trilha sonora. Essa por sua vez não tem atribuição, tendo por base uma pesquisa do próprio autor.
Entre a direção e a atuação
A direção de Giulio Lacorte nasce durante sua pesquisa acadêmica de conclusão de curso na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Giulio Lacorte e Letícia Paranhos atuam muito bem nos dois papeis principais, mas funcionam melhor quando a coreografia exige a interação dos dançarinos. Os privilegiados que assistiram ao espetáculo perceberam a flexibilidade e o equilíbrio do corpo dos atores-dançarinos frente às peripécias e diversas interações com os objetos do cenário. Ficou claro que a exigência gestual que o espetáculo faz ao elenco o levou a uma prática exaustiva em busca da perfeição no domínio do corpo. Ficamos agradecidos pela apresentação e desejos de revê-la em outro momento no processo de amadurecimento da pesquisa de Lacorte.

Referencias
Folder de Divulgação da peça distribuída pelo Grupo Hybris.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Protocolo Consciência Corporal AULA 21/09/2010

.Primeiro momento:leitura do protocolo da aula passada.
.Segundo momento: ->alongamento na posição base - exercícios flexão /extensão e abdução/adução.
.Terceiro momento:reconhecimento do espaço trabalhando com um bastão,através de lançamentos um para o outro sem movimentação e depois andando pela sala , se alguém deixar cair pagava 10 abdominais,exercendo o trabalho de ação/reação,habilidade e prontidão.
Depois contar até 40 sem falar o numero junto com alguém,exercício igual da aula anterior,trabalhando observação e percepção.
.Quarto momento:reconhecimento do seu corpo conciliando ao nosso andar,observando qual parte do seu corpo chega primeiro ao andar,se ao ampliar a parte do corpo causa algum impacto ao seu eixo.
.Quinto momento:conhecendo o peso do corpo do colega,feito em duplas,um deita ao chão e se relaxa tentando ficar com nenhuma tensão , enquanto o outro sente cadê parte de seu corpo e o peso em si.
Ainda relaxado houve uma modelagem de corpo,onde alguém ficaria deitado,enquanto o outro modela seu corpo em um posição , após modelado se congela na posição por alguns segundos , onde a uma troca de confiança na ação do próximo.
.Sexto momento:jogo do toque ATIVO , onde cada toque do colega em seu corpo se origina um movimento,e assim vice-versa.
Sétimo momento:conversa,troca de idéias,percepções e observações sobre a aula relacionando com a leitura de Klauss Vianna e levantando argumento importantes : presença,articulação,peso,apoio / disponibilidade corporal / ação e reação ,pergunta e resposta / percepções que através do peso se desenvolve o apoio e impulso para transferência e deslocamento no espaço.

Análise do espetáculo NA SOLIDÃO - Grupo Hybris

Disciplina: Consciência Corporal
Elaborado por: Rosiane Martins

O corpo, sem dúvida, é uma das, ou talvez a principal ferramenta do ator, é com ele que o ator cria as mais diversas possibilidades de elaboração da cena.
Não desvalorizando os outros instrumentos de trabalho do ator, é o corpo que entra primeiro em cena para definir toda personalidade e as intenções do personagem o que chamamos de “a presença do ator”. Um corpo bem preparado é capaz de falar por si só quem é o personagem.
Um espetáculo sem a linguagem oral é facilmente compreendido quando o corpo está em todo seu potencial, como foi apresentado no espetáculo “Na Solidão” do grupo Hybris dirigido por Giuli Lacorte da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
As relações interpessoais e internas dos personagens foram claramente apresentadas em um fogo corporal, coreografado minuciosamente.
A partir desse espetáculo nota-se que o ator em momento algum deve esquecer-se o quão importante é, e o quanto engrandece o espetáculo um trabalho árduo de preparação corporal, afinal, um corpo que não está presente , inseguro e mal colocado já compromete todo um espetáculo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Análise do espetáculo NA SOLIDÃO - Grupo Hybris


O espetáculo na solidão é inspirado na obra de Bernard Maire, NA SOLIDÃO DOS CAMPOS DE ALGODÃO, onde o teatro e a dança são complementares em uma temática conflituosa e diferenciada. Na solidão trata de uma negociação entre um vendedor e um comprador, contudo o objeto de comércio pode ser interpretado metaforicamente para as relações humanas. A definição do local onde acontece este comércio não é unica e bem definida, pode ser em uma praça, em uma sala de Tv em casa e ou em uma obra. A dualidade dos personagens, as inquietações, as esperanças são apresentadas muito bem através da dança e dos diálogos, sendo este último na minha percepção dispensável, pois fica em segundo plano, os corpos falam exalam sentimentos e inquietudes. A movimentação corporal em cena preenche todo o espetáculo, os atores são ousados e preparados coreograficamente para contar a história do autor, dos encontros e desencontros. A sensação pra mim foi de inquietação, movimentos rápidos, em quase todas as cenas todos os espaços eram preenchidos com essa movimentação dinâmica, as luzes, as músicas, me fizeram pensar durante dias sobre qual a verdadeira mensagem da obra. Todos os movimentos corporais bem articulados e preparados sendo o foco principal ou de maior atenção do espetáculo.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Protocolo Consciência Corporal 21/09/10


. Iniciamos a nossa aula revisando a aula anterior como sempre fazemos, lendo o protocolo e falando sobre as sensações. Em seguida “acordamos” o corpo com alongamentos e aquecimentos explorando as articulações, ossos e músculos como já é de costume de nossas aulas.
. Fizemos uma atividade com um bastão de alumínio com um peso consideravelmente leve, arremessando-o um para o outro, de forma que quem arremessava pronunciava o nome do destinatário. Tendo em vista principalmente explorar a prontidão e cooperação do grupo e a atenção disposta por todos. Primeiramente estabelecemos um círculo, com as pessoas paradas e arremessando o objeto para os colegas, e em um segundo momento trocando de lugar o arremessador com o recebedor. Em seguida fizemos a mesma atividade andando pelo espaço da sala, em algumas velocidades diferentes de locomoção. Nesse momento foi estabelecido que, se algum participante deixasse o bastão cair no chão, todos iriam executar dez abdominais como forma de incentivo para dar mais atenção à atividade. Esse tipo de ação, explorar no grupo a habilidade para manusear o equipamento, a atenção, a responsabilidade, a relação juntamente com a cooperação com todos, e a reação.
. Depois disso continuamos a andar pelo espaço com todos (um de cada vez, aleatoriamente) contando, ou tentando contar, do número 1 ao número 40, porém se duas ou mais pessoas falassem o mesmo número simultaneamente, era zerada a contagem e voltava ao número 1. (Nesse momento conseguimos atingir o número 22).
. O próximo exercício foi, cada um perceber a sua forma de andar e levando em conta qual parte do corpo se destaca do resto e que, de certa forma puxa ou impulsiona o corpo a andar. Seguido de nos locomovermos dando mais ênfase ainda nessa parte do corpo. Depois andamos pela sala, um a um, mostrando para todos os alunos quais partes julgávamos ser a parte que impulsionava, e em seguida os colegas opinavam sobre a escolha. Isso gera uma percepção maior sobre nosso corpo e sobre como nos movimentamos.
. O último exercício foi executado em duplas, onde um dos integrantes manipulava o outro como se o colega fosse uma massa me modelar, ou argila, efetuando formas, poses e movimentos distintos aleatoriamente. Num primeiro momento a pessoa manipulada ficava com o corpo completamente relaxado par ser trabalhado. E num segundo momento o parceiro “modelado” respondia aos estímulos de apenas toques do parceiro formando movimentos e/ou formas diversas. Resultando assim numa cooperação mutua e abrindo também uma porta para a confiança, trabalhando muito a atenção e a tensão.
. No final da aula conversamos sobre as sensações da aula, e tivemos uma pequena discussão sobre o livro do Klauss Viana, indicado pela professora Kalassa.

Análise do espetáculo " Na solidão"

Por Tatiane Morais
Grupo Hybris da UFRGS
Com direção de Giuli Lacorte

 O espetáculo é baseado em uma relação consumista, que ocorre com frequência nos dias atuais, onde pessoas falam mas não as escutam, se tocam mas não se sentem, se olham mas não se veêm... E nessa relação conturbada e distante se desenrola um dos espetáculos mais graciosos que ja assisti.

 Corpos se movimentam com uma expressividade explendida. Os atores em cena trabalham coreografias fortes e ao mesmo tempo com uma leveza  e paixão que é de dar inveja a muitos atores. As palavras soltas ao vento e os movimentos desencontrados, por mais subjetivos que fossem, deixavam bem claro o que queriam dizer.

A peça me deixou com o sentimento de querer muito mais do que só vê-los em cena; Me deixou com vontade de fazer, de participar e tão prontamente quanto eles.

 As imagens fortes da procura de um pelo outro e dos encontros que quando aconteciam não duravam, nos deixa reflexivos sofre os relacionamento que vivemos que são quase ou iguais ao representado.

Todo o trabalho dos atores mostrou bem o quanto devemos trabalhar a conciência do nosso próprio corpo juntamente com o do nosso parceiro(s) de cena.

Grupo Hybris está de parabéns.

Análise do espetáculo " Na solidão"

Por Rafael Patente
Grupo: Hybris
Origem: UFRGS
Direção: Giuli Lacorte




O espetáculo "Na solidão" é baseado na relação de consumo entre duas pessoas, no qual um é vendedor e o outro é comprador, mixado com grandes dose de movimento corporal, força, coreografia e sentimento.
 Durante a apresentação é facilmente perceptível o preparo físico dos atores para desenvolver movimentos que requerem força e habilidade. Também podemos perceber o altonível de treinos e ensaios pois todo o espetáculo é coreografado, aspecto o qual foi impecavelmente apresentado.

"Na solidão", particularmente me provocou sensações e lembranças diversas. Nos momentos em que os personagens transitavam por um mesmo espaço mas nao se encontravam senti tristeza, solidão, espera, fadiga. A cena da pipoca me remete a lembrança de alienação, pois por mais que a atriz se movimenta-se ela não deixava de assistir a tv. Ja na cena dos atores no banco na qual mostrava da leveza a foça dos movimentos me despertou a sensação do toque físico entre os corpos ora violenta, ora sensível.

Levando em consideração meus sentimentos e particularizando a intensão da análiza na matéria de consciência corporal, isso tudo me mostra o quanto o movimento corporal é rico na transmissão de informações e o quão é nessessário o conhecimento das suas possibilidades.



Por Rafael Patente

Expressão

Eu defini que sexta-feira será o dia em que eu vou compartilhar com vocês as coisas que me inspiram ou que me remetem as aulas que nos temos de alguma forma. Vejo esse vídeo logo lembro das aulas de consciência corporal. Porque? Um homem e uma mulher que desempenham ao som de PA panamericano uma sequência de movimentos rápidos, consolidados e claro bem ensaiado. Preste atenção no rosto dos atores, na expressão facial. Achei fantástico o vídeo.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Análise do espetáculo NA SOLIDÃO - Grupo Hybris


Por: Leandro Sousa Alves
Disciplina: Consciência Corporal

Durante um espetáculo de teatro o que se vê são diversos elementos cênicos que dialogam entre si, para estabelecer uma comunicação com o espectador. O mais notável e talvez o mais importante desses elementos, seria a presença do ator, ou seja, e entrega física do ator a cena.
Jean Jacques Roubine em “A arte do Ator” fala de recursos utilizados na interpretação teatral. Em uma passagem onde discute sobre o corpo ele diz:
“... o corpo é o lugar de um conjunto de resistências: resistências físicas das articulações, da musculatura, da coluna vertebral... decorrentes da falta de treinamento do ator, mas também resistências físicas que seu inconsciente pode opor às exigências da exibição teatral.”

Para ele a superação dessas resistências se dá através da conciliação de um trabalho psicológico e físico.
O espetáculo “Na Solidão”, dirigido por Giuli Lacort e apresentado pelo grupo Hybris no I Festival Universitário de Teatro e Dança realizado pela Universidade Federal de Uberlândia, é sem dúvida o resultado de belíssimo trabalho corporal. Os gestos fluidos e sincronizados são desenhados no palco pelos atores que se vestem de preto como o fundo negro e vazio do palco, e contrastam com os objetos brancos da cena.
Os movimentos de cada personagem se encaixam, e a história vai sendo costurada através de uma linguagem quase que somente corporal. Um espetáculo que utilizou técnicas de teatro e dança encantou o público uberlandense com a fantástica desenvoltura dos atores em cena.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Análise do Festival de teatro e dança

Diciplina: Consciência Corporal / Professora: Kalassa
Aluno : Francielly Aparecida Silva
Assunto : Análise do Festival de Teatro e Dança UFU
Espetáculo : O Cavaleiro Inexistente
Local de origem : Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP
Grupo - Mambembe Música e Teatro Itinerante
Direção Cênica:Haylla Rissi
Direção Musical:Eric Moreira

O Cavaleiro Inexistente , um espetáculo diferente e interessante que envolve toda a mistura de teatro e música.No começo da peça me parecia mais uma apresentação de circo,pois começou a peça rodeando pequena parte da praça,envolvendo tambores,perna de pau,cantos e palmas,me ocorreu uma sensação de felicidade momentânea,em seguida se fixaram para a apresentação em frente ao Museu localizado na Praça Clarimundo Carneiro onde ocorreu toda apresentação.
Reconhecem suas noções de corpo envolvendo seu reconhecimento de espaço,eles conseguem ‘’manobrar’’ toda movimentação do corpo sem sair da área de apresentação.Agora referente ao trabalho com o corpo,é incrível,eles se constituem em uma posição base ,parecida com a que aprendemos na aula,e ali conseguem ficar o espetáculo todo,onde tive algumas impressões de alguns exercícios propostos em sala como o enrolar e desenrolar coluna,eles ao levantar do chão usam a mesma técnica que praticamos em sala para que ao levantar não se danifique a própria coluna e o pescoço.
Ao Final do espetáculo conversei um pouco com alguns dos participantes da peça e o que eles me disseram que a parte mais difícil e saber conciliar movimento do corpo e voz,pois eles cantam varias vezes,por exemplo em um certo momentos eles precisam mais da voz,ai eles se apóiam mais na posição base não se faz tanto esforço com o corpo para conseguir uma respiração favorável com a utilização do canto,teve varias partes que pensei que iriam cair ali na frente de todos,mas não eles tem uma brilhante presença de palco e uma ótima postura com o corpo perante ao publico.
Enfim,eles reconhecem seu próprio corpo e a dimensão de cada articulação,as resistências físicas da sua coluna vertebral e de todos os músculos,assim conseguem proporcionar primeiramente um bom trabalho com o corpo sem se forçar sabendo onde podem ter melhor apoio com o corpo em certo momentos que lhe são necessário,eles conseguem ter uma incrível presença de palco,me fez ter varias percepções com a nossa aula conforme citei acima e conseguem similar corpo e voz cada um dentro de suas limitações.

1ª viagem da nossa turma - Filte - Salvador Bahia - 10, 11 e 12/09/2010


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Análise do Espetáculo de Dança "Trânsito Livre" - Seis Acessos (Unicamp)

Disciplina: Consicência Corporal/Análise do espetáculo com o foco no corpo

O espetáculo foi improvisado com base em três perguntas feitas pela platéia. O tema tratava da importância da busca e dos questionamentos todos em lugar das respostas prontas e das verdades pré-estabelecidas.
O objetivo principal do grupo não era responder às perguntas propostas, mas experimentar as possibilidades sugeridas por elas.
Observei que os atores/bailarinos estavam fisicamente preparados, tinham boa postura corporal e, havia interação entre os movimentos uns dos outros. Foi interessante notar a forma como eles exploravam a crição do outro como ponto de partida para o desenvolvimento de outros movimentos, mesclando ritmo e harmonia aos gestos e coreografias.
Mas, ao meu ver, faltou um pouco do elemento que surpreende, já que o foco era a improvisação. Achei que o espetáculo como um todo deixou a desejar, pois a representação caiu no óbvio, no comum; não houve inovação gestual; na representação cênica alguns atores se destacaram, mas ainda assim, não surpreenderam.
Na minha opinião, a improvisação foi feita visando responder às três perguntas-tema, percorrendo o caminho inverso da proposta, que foi justamente a valorização das descobertas em detrimento do que é pronto e acabado.

Análise do Festival de teatro e dança

Diciplina: Conciencia Corporal Professora: Kalassa
Aluno - José Carlos Garcia Júnior
Assunto: Análise do Festival de teatro e dança
Espetáculo - Trânsito Livre
Faculdade - UNICAMP
Grupo - Seis acessos

“Trânsito livre” é um espetáculo improvisado e interativo. A partir de três perguntas propostas pelo público sobre a existência, os atores criam situações e uma série de possibilidades acerca dessas questões. Não se trata, efetivamente, de responder às perguntas propostas, mas sim de criar uma zona poéticas, imagética e sensível acerca das possibilidades contidas nas perguntas, valorizando uma possivel relação entre elas que é o caracter do jogo do improviso "Zona do Improviso".

O espetaculo se dá em um espaço de um palco italiano que é determinado em uma disposiçao espacial em forma de "U" na qual os jogadores encontram se sentados em cadeira. Não havendo coxias, todos estão em cena a praticamente todo momento. Corpos no palco interagindo com corpos na platéia. Mesmo que tais espaços podem ser usados alternadamente com o mesmo propósito sem o que o resultado seja prejudicado, há sempre um jogo que é sentida por ambas as partes envolvidas a presencialidade dos corpos. é atravez desse jogo que surge o tempo, espaço no espetaculo.

Se tentamos indentificar um elemento principal nos espetaculos foi a presença de corpos, não só a presença de corpo do ator ou elementos que atua mais como também a presença de corpo do espectador. O Espetáculo de dança "Trânsito Livre" do grupo "Seis acessos" da faculdade UNICAMP a presença de corpos vem estado em evidencia, a preparação corporal dos atores devem ter sido bem trabalhada pois notava a energia corporal dos atores, a harmonia entre eles, a percepção que um ator tinha no corpo do outro, de alguma forma os corpos deles estavam interligados. O mais interessante do espetaculo foi a maneira de responder as perguntas corporalmente, perguntas que não há respostas, só poesia na busca, poesia corporal. E poder perceber que o corpo não se limita ao do corpo humano apesar de abrange-lo, havendo mesmo encenações no espetaculo que chegam a dispensar o ator para explorar corporeidades não-humanas.

domingo, 19 de setembro de 2010

O que é um diário de leitura?

 O diário de leitura faz parte do Caderno do Eu

Segundo a Profa. Dra. Anna Rachel Machado este “é um novo instrumento pedagógico, capaz de despertar o posicionamento crítico dos alunos diante dos textos e de enriquecer o debate com os professores em sala de aula”.
Ele é um instrumento para trabalhar a leitura de qualquer tipo de texto por meio de reflexões e reações que o leitor tem à medida que vai lendo, e que vão sendo registradas na escrita.
Ele se constitui como um novo espaço de diálogo do aluno com o texto, um espaço totalmente privado, onde ele pode adotar linguagem informal, sem se preocupar com "certo" ou "errado", de modo a se colocar livre e espontaneamente diante dos textos. Dessa forma, o diário de leituras permite que os alunos tracem seus próprios caminhos de leitores por meio desse diálogo, que é sempre único.
Ao mesmo tempo, são criadas as condições necessárias para a construção de um espaço de verdadeiras discussões sobre as reflexões dos alunos, o que permite sua reelaboração e refinamento.
Além disso, os diários também podem servir como ponto de partida para a elaboração de outras atividades de produção textual, com os resumos e resenhas, conforme as necessidades dos alunos.”
In:
http://www.cogeae.pucsp.br/
curso.php?cod=264706&uni=
SP&tip=RE&le=E&ID=6



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

PROTOCOLO II - Débora Helena

08/09/2010 - Consciência Corporal

Começamos a aula observando um esqueleto didático levado pela professora Kalassa. Nele contamos a quantidade de vértebras, costelas, ossos dos pés e das mãos que temos e, comparamos com o desenho que fizemos de nós mesmos, onde ilustramos a percepção q tínhamos da forma do nosso corpo por dentro e por fora. (Como o desenho não estava conosco na aula, fizemos a comparação através da lembrança que tínhamos dele).
Na sequência, e aproveitando o gancho, começamos os exercícos práticos relaxando os pés com bolinhas de malabares flexíveis, percebendo os pontos de tensão, nódulos e pontos de equilíbrio ali existentes. Massageamos nossos pés, tentando contar o número de ossos que conseguíamos sentir apalpando e esticando eles.
Descobrimos o pés dos colegas, tocando e observando suas formas, tamanhos, texturas e outras especificidades inerentes a cada um. Foi muito relaxante! Percebi que não só meus pés, mas todo o meu corpo relaxava e agradecia.
Em seguida, caminhamos atentos aos pontos de apoio e equilíbrio dos nossos pés, observando e percebendo o que sentíamos quando usávamos um ou outro ponto, atentos em como era andar com o peso no calcanhar, nas laterais e nas pontas dos pés, sentindo a reação do resto do corpo e o que alterava no nosso estado de espírito com aquela mudança na maneira de se movimentar. Senti certa "grandeza" ao caminhar na ponta dos pés, e não gostei quando me apoiei nos calcanhares para andar, era desconfortável! Observando nosso próprio caminhar, em um andar lento, nos focamos no momento em que ocorre a transferencia do peso do corpo de uma perna para a outra e, fizemos a partir desse movimento um exercício de "enraizamento", em que andávamos inicialmente devagar e, com certa resistência transferíamos o peso de um lado do corpo para o outro, como se nossas pernas e pés fossem raízes que penetravam o solo. Ao som do "Cordel do Fogo Encantado" criamos movimentos a partir do exercício acima, obedecendo a dinâmica do andar como se nossos pés fossem raízes, ao mesmo tempo em que captávamos e expressávamos em movimentos as imagens e sensações que iam sendo despertadas. Imaginei copas de árvores gigantes ao vento e um forte desejo de tomar o solo com minhas raízes. Ao mesmo tempo, obtive certa dificuldade em perceber o ponto exato de transferencia do peso, mas com a prática a atenção aguça-se, com certeza.
Em um próximo momento, a professora Kalassa desenhou com giz no chão, em espaços diferentes, as palavras "chiclete", "brasa", "lama", "lôdo" e "lua". Tínhamos que pisar em cada um desses lugares e, "sentir" os estímulos de cada um com os pés e todo o resto do corpo. Por último, escolhemos três das cinco possibilidades para compor movimentos e gestos que seriam articulados com a movimentação que cada um criou tendo como referência o exercício de enraizamento, assim, produzimos uma história individual, que foi apresentada e, estava relacionada a algum fato que envolvia nosso pé, qualquer coisa acontecida em algum momento de nossa vida. A cena deveria conter falas e toda a série de movimentos criados anteriormente. Cada um apresentou-se e a seus pés de forma diferente. A minha apresentação obedeceu certa ordem cronológica de tempo, desde o momento em que eu estava imersa na placenta de minha mãe, passando pela minha infância (dela relembrei brincadeiras no asfalto quente, e subidas na árvore) até o momento atual, representando, ou melhor, revivendo com os pés o que passou-me e marcou-me ao longo dos anos.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Protocolo.

Aula dia: 08/09/2010
Flávio Henrique S. Amorim
Primeiro Momento: Analise do esqueleto, quantidade de ossos, articulações.
Segundo Momento: Desenvolvimento com bolas de borrachas pequenas sob os pés. Exercitaram os pés, massageando-os com a bola de borracha contra o chão, experimentado toda extensão da sola dos pés e a capacidade de agarrar a bola com os dedos.
Terceiro Momento: Sentados no chão os alunos massagearam os pés com suas mãos tentando identificar a estrutura óssea que compõe o pé. Eram questionados pela professora sobre a quantidade de ossos que conseguiam perceber.
Quarto Momento: Os alunos deitados recebem massagens nos pés num rodízio entre massageadores-pesquisadores e massageados. Quem massageia o pé tenta entender a estrutura base e quem recebe a massagem sentir como o pé reage.
Quinto momento: Os estudantes continuam sua pesquisa sobre o pisar-enraizar buscando fortalecer seu equilíbrio e dar destaque ao corpo de uma forma geral a partir da base. O exercício é feito com música. É pedido que os alunos escolham entre suas improvisações uma pequena cena e guarde na memória.
Sexto momento: A professora apresenta para os estudantes uma espécie de tabuleiro no chão, dividido em quatro partes, cada uma representando uma qualidade de solo: Um com chiclete, outro com lodo, com brasa e o solo lunar. Dentro deste jogo os estudantes teceram um repertório de pisadas, segundo as exigências de casa solo.
Sétimo momento: Os estudantes elencaram um repertório de maneira de pisar tendo como base o exercício de “enraizamento” e do tabuleiro para contarem uma história sobre alguma lembrança tivessem e que tivessem o pé como protagonista. Após as apresentações os alunos fizeram observações sobre o desempenho dos colegas e sobre a percepção que tiveram da representação das diferentes maneiras de pisar.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Convite às Bacantes de José Celso Martinez Corrêa


 Pessoal, as peças do circuito Dionisíacas do Zé Celso estão sendo transmitidas ao vivo pela rede, essa é uma ótima oportunidade de assistirmos uma adaptação dos textos que estamos estudando, em História do Espetáculo I, nesta leitura contemporânea do gênio que é o Zé Celso.

José Celso Martinez Corrêa, conhecido como Zé Celso (Araraquara, São Paulo, 30 de março de 1937) é uma das figuras mais importantes ligadas ao teatro Brasileiro. Destacou-se como um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil. Seu trabalho, encarado às vezes como orgiástico e antropofágico, iniciou-se no final da década de 50, e se definiu na década de 1960 quando Zé Celso liderou a importante Teatro Oficina − grupo amador formado quando integrava a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo − onde apresentava sua inquietude e irreverência, realizando trabalhos de cárater inovador. (fonte: Wikipédia)


Podemos ter uma idéia do trabalho desse encenador genial por meio das exibições, ao vivo, das peças pelo site do Teatro Oficina Uzyna Uzona! Fiquem atentos a programação: 
06 de setembro, 18h – Bacantes
07 de setembro, 18h – Banquete
depois
MG – Inhotim/Belo Horizonte : de 6 a 26 de outubro
Rio de Janeiro : de 6 a 27 de novembro

COM TRANSMISSÃO AO VIVO PELO SITE DO OFICINA EM WWW.TEATROFICINA.COM.BR/AOVIVO





 


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Exercício de Casa

Exercício de Casa da última aula de improvisação.
Escutar uma música.
Observar as sensações que ela traz a você.
Movimentar o seu corpo sem regras.
Quais as imagens e os sentimentos vividos e experimentados durante o exercício?
Trabalhem os exercícios faciais.

Quer um exemplo de como isso pode ser feito???

Este vídeo está bombando na internet, nada demais um garotinho "nerd" dublando a música Teenage Dream da Katy Parry, sem dançar, imitar a cantora ou cantar ele faz muitas caras e bocas engraçadas, tipo as do Wakilla nas aulas de consciência vocal. Até parece que estava na quarta-feira em sala com a gente.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Teatros do mundo - Texto original da Cia. de teatro Atemporal

Os Teatros


Os teatros (de theatron, "local onde se vê") surgiram a partir do século VI a.C.. Julga-se que antes disso as primeiras representações teatrais seriam realizadas em locais públicos como a ágora de Atenas.
Os teatros situavam-se ao ar livre, nos declives das encostas, locais que proporcionavam uma boa acústica. Inicialmente os bancos eram feitos de madeira, mas a partir do século IV a.C. passaram a ser construídos em pedra.

  Para além a platéia distinguiam-se várias áreas no teatro. A orquestra era a área circular em terra batida ou com lajes de pedras situada no centro das arquibancadas, onde o coro realizava a sua interpretação. Julga-se que a orquestra teria de início uma forma quadrangular, como no Teatro de Tóricos. No centro da orquestra ficava a thymele, um altar em honra a Dionísio, que servia não só para oferecer sacrifícios, mas também como adereço. Em cada lado da orquestra existiam as entradas para o coro, os parodos.

Detrás da orquestra estava a skenê, o cenário, estrutura cuja função inicial foi servir como local onde os actores trocavam de roupa, mas que passou também a representar a fachada de um palácio ou de um templo. Frente à skenê estava o proscenium, onde os actores representavam os papéis, se bem que estes também se deslocassem até à orquestra.
Dos teatros da Antiga Grécia alguns dos mais importantes são o Teatro de Epidauro, o Teatro de Dodona, o Odeon de Herodes Ático, o Teatro de Delfos, o Teatro de Segesta, o Teatro de Siracusa e o Teatro de Dionísio. 
 
 
Teatro de Marcelo


O Teatro de Marcelo (em latim: Theatrum Marcelli; italiano: Teatro di Marcello) é um antigo teatro construído pouco antes do Império Romano. Foi nomeado após Marcus Marcellus, o imperador Augustus sobrinho, que morreu cinco anos antes da conclusão do teatro.
O teatro foi criado cerca de 13 a. C. tem 111 m de diâmetro, que poderia ocupar 11.000 espectadores. Foi um exemplo impressionante do que viria a se tornar uma das obras mais arquitetônicas do mundo romano.
Na Alta Idade Média, o Teatro de Marcelo foi utilizado como fortaleza da Fabii e, em seguida, no final do século 11, por Pier Leoni e mais tarde os seus herdeiros (os Pierleoni). Mais tarde, no século 16, a residência de Orsini, desenhada por Baldassare Peruzzi, foi constuída sobre as ruínas do antigo teatro.
Agora, a parte superior é dividida em vários apartamentos, e os seus arredores são utilizados como palco para espetáculos teatrais e concertos de verão.

Nome do Teatro: Teatro de Marcelo
Localização: Roma - Itália
 
 
Teatro de Pompeo
 
 
O Teatro de Pompeu (do latim: Theatrum Pompeium; do italiano: Teatro di Pompeo) é uma estrutura na Roma Antiga construída durante a parte final da época republicana romana. Foi concluída em 7 anos a partir de 61 a. C. e dedicado no início de 55 a. C. amtes que a estrutura fosse totalmente concluída. O Teatro foi um dos primeiros permanentes (não de madeira) teatros em Roma.
Durante a longa história do teatro, que vai de 55 a. C. a cerca de 1455 d. C., a estrutura sofreu várias reformas, principalmente devido ao fogo. Eventualmente, caindo em desuso, tornou-se uma pedreira para a pedra que tinha feito até o grande teatro. O Teatro de Pompeu é considerado como um dos maiores já construído em tempos antigos e modernos.

Nome do Teatro: Teatro de Pompeu

Localização: Roma - Itália

Teatro romano de Óstia


O Teatro Romano de Óstia foi construído ao longo da Decumanus Maximus. O esboço já poderia ser traçado no início do século 19. A escavação foi concluída no ano 1880-1881 e no início do século 20.
Sua construção foi atribuído a Agripa (que morreu 12 a. C.), filho de um poderoso ministro do imperador. Por isso, é um edifício muito antigo, que junto com a parede traseira, formou um gigantesco complexo.
No final do século II, Commodus reconstruíu o teatro e aumentou a capacidade de espectadores de 3.000 para 4. 000. Seguiu-se a restruturação ao longo do tempo, que alternaram a estrutura adicional.
O teatro fica localizado no sítio arqueológico de Óstia Antica, oferece uma atmosfera altamente sugestiva, principalmente nas noites de verão, onde frequentemente são apresentados espetáculos de teatro, concertos, comédia e assim por diante.
Nome do Teatro: Teatro Romano de Óstia

Localização: Óstia Antica - Itália

Teatro de Fiesole
 
A cidade de Fiesole é encantadora. Eles têm um sítio arqueológico próximo à praça do mercado, que inclui um Teatro Romano que detém cerca de 3.000 pessoas, que foi construído por volta de 80 aC. O teatro é bem preservado e muito utilizado para espetáculos de teatro e shows de diversos gêneros.



Nome do Teatro: Teatro Romano de Fiesole

Localização: Fiesole - Itália

 
Teatro Romano de Spoleto
 
O Teatro Romano de Spoleto tem sido muito modificado ao longo dos anos, a partir do tempo dos romanos, quando o chão cedeu sob ele. O teatro parece de muito bom gosto, mas as ruínas foram apenas vagamente reconhecida pela primeira vez nos 16-C.
Em 1954, foi realizada uma grande restauração no teatro. Depois de mais de um milênio de sepultamento, depredação e abandono, o teatro romano está em uso novamente, servindo de palco para apresentações dos mais variados espetáculos, dentre os principais, o de ballet, no festival de Spoleto.

Nome do Teatro: Teatro Romano de Spoleto

Localização: Spoleto - Itália
 
 
Grande teatro romano de Pompeya
 
 
O Teatro Romano de Spoleto tem sido muito modificado ao longo dos anos, a partir do tempo dos romanos, quando o chão cedeu sob ele. O teatro parece de muito bom gosto, mas as ruínas foram apenas vagamente reconhecida pela primeira vez nos 16-C.
Em 1954, foi realizada uma grande restauração no teatro. Depois de mais de um milênio de sepultamento, depredação e abandono, o teatro romano está em uso novamente, servindo de palco para apresentações dos mais variados espetáculos, dentre os principais, o de ballet, no festival de Spoleto.
Nome do Teatro: Teatro Romano de Spoleto

Localização: Spoleto - Itália
 
Odeon ou pequeno teatro de Pompeya
 
Odeon ou pequeno Teatro de Pompeya é belo edifício e inesquecível para o visual dos mais modenos teatros clássicos. É realmente um tectum, theatrum ou Odeon, dedicado á música, comédia musical e outros. A iniciativa para construção veio da dunviros colonial Silana, Caio e Marcus Quinctius Valgus Porcius (80-75 a.C.).
É, portanto, interamente um teatro romano, tanto no tempo e pela forma. Como ornamentos vale destacar as aquibancadas esculturais.

Nome do Teatro: Odeon ou Pequeno Teatro de Pompeya

Localização: Pompeya - Itália

 
Teatro romano de Verona
 
O Teatro romano de Verona foi construído cerca de 20 a. C. como um magnífico edifício. O teatro foi equipado com numerosas estátuas e galerias, e um longo tempo, serviu de palco para grandes peças de teatro. Após a queda do Império Romano, no entanto, o teatro entrou em decadência, como resultado da exposição ao tempo e falta de manutenção.
A restauração do teatro, foi iniciada em 1834 por um rico veronese, Andrea Monga, que comprou todas as casas construídas na área. Ele financiou a escavação e reconstrução parcial da antiga planta.
Em 1904, o município de Verona adquiriu a área e continuou a restauração até o término em 70. Hoje, o Teatro romano de Verona é aberto para visitantes e uma atração turística no Adriático.

Nome do Teatro: Teatro Romano de Verona

Localização: Verona, Itália



  Teatro romano de Volterra
 
 O Teatro romano de Volterra foi descoberto no fifties de escavações arqueológicas realizadas na localidade de Vallebuona E. Rios. A construção do teatro foi financiada pela família rica de Volterra Caecina.
No final do terceiro século, o teatro foi abandonado e perto da 'construção cênica' foi instalada uma usina térmica.
Restos de antigas construções estão atualmente visíveis no sítio arqueológico. No teatro romano de Volterra é realizado um Festival Internacional de Teatro dorigido por Simone Mingliorini.
Nome do Teatro: Teatro Romano de Volterra

Localização: Volterra - Itália


Teatro de Epidauro

O teatro de Epidauro, construído no século IV a. C. (c. 350 a. C.), foi projetado por Policleto, o Jovem no século 4 aC.
O teatro é admirado pela sua excepcional acústica, o que permite quase perfeita inteligibilidade da palavra falada amplificado a partir do proscênio ou skenê para todos os 15.000 espectadores, independentemente do seu assento. Reconhecidamente, os guias turísticos têm os seus grupos dispersos nas arquibancadas e mostrar a eles como eles podem facilmente ouvir o som de um fósforo riscado no centro do palco. O teatro faz parte da estação arqueológica de Epidauro, um local classificado Património Mundial pela UNESCO.
Nome do Teatro: Teatro de Epidauro

Localização: Peloponeso, Grécia
 
Teatro de Dodona
 
 
O Teatro de Dodona é um dos maiores e mais bem preservados anfiteatros da antiga Grécia. Está localizado no sítio arqueológico de Dodona, ao pé do monte Tomaros, onde estão as ruínas de um famoso santuário e oráculo de Zeus.
Foi construído no século III a.C. durante as extensas ampliações realizadas no santuário pelo rei Pirro do Épiro.
Possuía fortes paredes de arrimo, com torres flanqueando a orquestra que serviam de entrada, cujos remanescentes lhe emprestam um aspecto imponente mesmo nos dias de hoje. Tinha uma capacidade para 18 mil pessoas sentadas, com uma platéia dividida por vários corredores e escadarias. A orquestra tinha mais de 18 m de diâmetro, com um altar dedicado a Dionísio instalado no seu centro. O cenário possuía dois níveis, com uma fachada de 31,2 x 9,1 m, intercalada de quatro pilares.
Os etólios destruíram o santuário em 219 a.C., mas junto com outras estruturas o teatro foi reconstruído, com melhoramentos no proscênio e nas galerias de circulação, e acréscimos de pórticos e outros detalhes. Nesta forma ele permaneceu até 167 a.C., quando o santuário foi mais uma vez destruído, ora pelos romanos de Emilius Paulus.
De pé outra vez por volta de 148 a.C., o teatro sofreu algumas mudanças em sua forma original, e teve vida curta como local de arte, sendo transformado em arena no reinado de Augusto, e para isso diversos elementos tiveram de ser adaptados, com o aterro da orquestra e do cenário, construção de paredes de proteção para o público contra as feras e outras mudanças. Foi usado como arena até o século IV.
No século XIX o arqueólogo K. Karapanos escavou o local, e mais tarde os professores D. Evangelidis e S. Dakaris continuaram as pesquisas depois da II Guerra Mundial, contruibuindo para o restauro do teatro, que voltou a ser usado como palco de espetáculos.

Nome do Teatro: Teatro de Dodona

Localização: Dodona, Grécia


Odeon de Heródes Ático

O Odeon de Herodes Ático é um antigo teatro localizado na vertente sul da Acrópole de Atenas, na Grécia. Foi construído por Herodes Ático, de importante família ateniense, para comemorar a memória de sua falecida esposa Regilia. As obras começaram possivelmente em torno de 174.
Quando intacto o Odeon era uma estrutura coberta, e podia receber até 5 mil espectadores. O vão da platéia (koilo) tem 76 m de diâmetro, e foi escavado na rocha da colina. Os assentos eram de mármore branco, dividos em duas seções por um corredor. A orquestra tem 19 m de diâmetro, e o cenário, de três níveis, chegava a 28 m de altura, com diversas prótases (pórticos em projeção) com colunas, e nichos para estatuária, sendo ladeado por escadarias, e com uma galeria (metaskenio) voltada para o exterior, revestida de mosaicos, detalhe repetido na decoração das entradas.
A construção do teatro foi muito custosa, tanto pelos materiais nobres, como o mármore e o cedro, quanto pelas técnicas construtivas avançadas empregadas na cobertura, de 38 m de diâmetro, que não tinha fixação interna, algo incomum mesmo nos dias de hoje.
Na invasão dos hérulos de 267 o teatro foi arrasado, e jamais foi restaurado. Mais tarde sua estrutura foi incorporada às muralhas de Atenas. Com o passar dos séculos suas partes inferiores foram cobertas de entulho, o que fez com que o viajante italiano Niccolo da Martini imaginar que se tratava de uma ponte.
No século XIX foram iniciadas escavações, removendo toneladas de terra, uma restauração foi levada a cabo nos anos 50, e desde 1957 voltou a ser usado para apresentações e festivais.
Nome do Teatro: Odeon de Herodes Ático

Localização: Acrópole de Atenas, Grécia


Teatro de Delfos


 O Teatro de Delfos é um anfiteatro da antiga Delfos, na Grécia, estando localizado no perímetro do sítio arqueológico de Delfos. Foi o local dos concursos e apresentações de música e poesia associados aos Jogos Píticos.
Sua primeira instalação tinha uma forma desconhecida, é possível que os espectadores se sentassem no chão ou em assentos de madeira. A sua configuração atual se deve a remodelações no século IV a.C., seguidas de outras em períodos subsequentes, recebendo sua forma definitiva em uma restauração ocorrida entre 160 e 159 a.C., patrocinada por Eumenes II de Pérgamo, com ligeiros acréscimos romanos.
Preceber até cinco mil pessoas e sua fachada era ornamentada com um friso com cenas dos Trabalhos de Hércules. Hoje apenas subsistem as fundações do cenário e parte da platéia e da orquestra. Embora restaurado o teatro tem problemas de conservação, com blocos de pedra se fragmentando e o subsolo da platéia afundando.

Nome do Teatro: Teatro de Delfos

Localização: Delfos, Grécia

Teatro romano de Segesta

O Teatro Romano de Segesta (III sec. a.C.) se encontra na zona Monte Barbaro, e está escavado na rocha natural. Atualmente o teatro é palco de espetáculos e festivais.
Nome do Teatro: Teatro Romano de Segesta

Localização: Sicilia, Itália


Teatro de Dionísio

O Teatro de Dionísio foi o mais importante dos teatros da Grécia antiga, é considerado o berço do teatro ocidental e da tragédia. Situa-se na encosta sul da Acrópole de Atenas.

Seu nome é devido a Dionísio, deus do vinho. Nas grandes festas anuais em sua honra é que os cantos rituais, as danças e os sacrifícios rituais resultaram em representações teatrais.
Foi lá que foram apresentadas as célebres tragédias clássicas de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.
O teatro fazia parte do santuário de Dionísio, que se estendia ao sul da Acrópole, e foi construido no século V a.C.. No princípio tinha apenas um local para a orquestra, em terra batida, um palco construído em madeira e os espectadores se acomodavam nas encostas naturais do terreno. Em 410 a.C. foram construídas arquibancadas em madeira.
A construção em pedra, que ainda podemos admirar hoje em dia, é de cerca de 330 a.C. Arquibancadas de pedra substituíram as de madeira, uma cena e uma orquestra de mármore foram acrescentadas.
O teatro possuí 78 fileiras de assentos em pedra e oferece lugar para 17.000 espectadores. A primeira fileira, com 67 lugares em mármore, era reservada aos dignitários presentes. O koilon está disposto em semi-círculo ao redor da primeira orquestra, onde aconteciam as danças e cantos do coro.
No meio da orquestra havia um altar, onde eram oferecidos sacrifícios ao deus. Os atores atuavam no proscênico. Ao fundo, uma parede com seis colunas dóricas ajudava na acústica, tida como excelente. É tido como o primeiro teatro construido em pedra.


Teatro de Siracusa

Este teatro construído por volta do século 5 aC É a maior na Sicília, e ainda é um das principais atrações culturais em Siracusa: a cada ano várias famosas tragédias gregas são jogados fora neste lugar tão mágico cheio de história.
O anfiteatro foi construído durante o período de Augusto e foi redescoberto recentemente uma curta distância do teatro grego. É o terceiro maior anfiteatro na Itália após os de Roma e Verona. A forma de anfiteatro elíptica é quase inteiramente talhada na rocha, e foi construído para manter gladiadores, brigas animal feroz e simulações de batalhas navais.
Nome do Teatro: Teatro de Siracusa

Localização: Sicilia, Itália
 
 
Teatro grego de Taormina
 
O Teatro de Taormina é a segundo maior na Sicília após o Teatro Romano em Siracusa.

Todos os romanos fizeram depois, em conformidade com as suas conhecidas ostentação natureza bem, foi ampliar o teatro como era muito pequena. E, aparentemente, levou décadas para construir.
Trata-se de cinqüenta metros de largura, cento e vinte metros de comprimento e vinte metros de altura, o que significa que cerca de 100.000 metros cúbicos de pedra teve que ser removido.
O cinema é dividido em três secções principais: a cena, a orquestra eo cavea.
O cenário é o oposto cavea e é, obviamente, onde os agentes utilizados para a realização.
Visto do Santuario "Madonna della Rocca" agora há um tempo de dez metros, grande parte em falta no centro da cena, supostamente causada por ataques durante as guerras.
Este dano grave para o teatro, no entanto, torna ainda mais sugestivo, devido ao panorama magnífico (a baía de Naxos eo Monte Etna), que pode ser visto agora.
O teatro foi decorado com colunas de mármore branco e granito cinza. Infelizmente, quase todas as colunas foram perdidas.
O teatro antigo é uma das principais atrações em Taormina. Depois de ter dado hospitalidade a prêmio Donatello David (um dos mais importantes italian Festival de Cinema), O Teatro é palco do festival internacional que acontece no período de verão inteiro com teatro e críticas de cinema, ballet e espectáculos de música sinfónica.

Nome do Teatro: Teatro Grego de Taormina

Localização: Sicilia, Itália